Vida vazia
Estou caminhando
Não sei para onde
E nem até quando
Sigo em frente
Sem olhar para traz
Passado está morto
Não volta jamais
Sozinha á noite
Sem medo ou pavor
Eu corto meus pulsos
E acabo com a dor.
Em muitos momentos da vida, senti que não pertencia a lugar nenhum. A escrita sempre foi meu refúgio, minha válvula de escape, minha forma de transformar o que sinto em palavras. Sem que eu percebesse, este blog deixou de ser apenas um espaço para textos e se tornou uma extensão de quem sou, um reflexo da minha alma, das minhas dores, dos meus silêncios e de tudo aquilo que nem sempre consigo dizer em voz alta.
Nossa... Lendo esse texto, retornei para as noites frias em que estava longe do meu amor.
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